Sábado, 2 de Abril de 2011

Não desisti, agora, tenho-te outra vez, e muitas mais serão as nossas historias meu amor.

Quarta-feira, 16 de Março de 2011

Mas depois de isto tudo, tudo acabou. A minha vida acabou...

Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011

Agora partilhamos bons momentos, perfeitos até. Não temos o melhor dos espaços, mas fazemos proveito daquilo que temos.
Não temos muitos tempo, mas aproveitamo-lo ao maximo.
Seja com os milhoes de beijinhos que damos um ao outro, os montes de abraços que partilhamos. Aqueles olhares, aqueles sorrisos. Aquelas palavras de puro sentimento. 
Aqueles elogios que a deixam toda corada e que agora só causam alguma timidez típica dela.
Todos aqueles momentos que passamos abraçados um ao outro ou no meu colo.
Recordo cada centímetro do teu corpo porque as minhas mãos nunca o largam e a falta que sinto do corpo dela junto a mim leva-me ao desespero.
Os momentos ao lado dela são tudo para mim, agora, um vicio daqueles, vicio que espero que nunca deixe.

Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

Agora, voltamos as aulas, já passou o verão. O que significa que passou mesmo muito tempo.
Nós que já por mensagens conseguimos reacender a chama que estava quase apagada nos nosso corações demos uma nova oportunidade a nos próprios.
Contra tudo e todos voltamos a estar juntos.

Recomeçamos a ter as nossas horas de almoço, e logo voltamos a estar mesmo muito juntos.
Os nossos beijos, ainda tímidos no inicio, foram-se passando. Em cada um deles punha-mos todo o nosso sentimento, todo o nosso amor.

Mesmo assim ainda não tinha-mos direito há felicidade, sinceramente não me lembro bem dos factos, mas ela afastou-se novamente de mim. Por duvidas e medos provavelmente, mas sempre soubes-te que enquanto estiveres junto a mim eu farei de tudo para te fazer feliz.

Não aguentei, logo voltei a tentar conquistar-te. Apesar de parecer que só queria saber de mim, eu queria-te só para mim, queria-te só minha. Não para te ter, mas para partilhar contigo todo o amor que sinto por ti.

Lá voltas-te tu amor, para os meus braços...

Desde esse momento que vivo em absoluta felicidade que de toda ela, toda te devo a ti.


03 Outubro, 2010 (Blog dela)

Fica. Enquanto amares, enquanto sentires, apenas fica. Não vás agora, que preciso de ti. Não agora que a vida nos deu uma nova chance e tenho esperança que resulte.
Se  já caímos, se já perdoámos, já desistimos e nos reerguemos das cinzas, não sei mais do que não somos capazes.
Talvez chegue o dia em que não dê mais, talvez o amor não estique para sempre, talvez ele se farte de cair, de duvidar, de morrer e renascer…
Mas até lá… só te peço que fiques.
Porque dei conta que estou a desistir de tudo apenas por um “bem maior”. E que tu tens ficado.
Tenho medo que deixes de querer ficar, tenho medo que um dia te canses, que simplesmente desistas. Tenho medo por não te poder condenar se o fizeres.
Acho que fiz de ti o meu mundo e nem sequer dei conta….

~~*~~
Posso te pedir que fiques?



Quarta-feira, Setembro 29 (Meu blog)

As incertezas são maiores, mas a tua presença sempre me atrai, puxa-me para ti.
Não sei se te pedir para parar ou fugir, se te pedir para nunca o parares de fazer e ficar sempre ao teu lado.

Acho que faço aquilo que sempre fiz, seguir o meu coração, se ele me indica o caminho certo não sei, mais logo saberei.

Não te peço o mundo porque sei que não me o podes dar, mas da-me pelo menos o teu mundo, partilha-o comigo, eu acredito que tudo possa voltar ao que foi, e sinceramente gostava, apesar de poder ser errado e de até ser contrario ao que devia fazer, acredito.



Passas-te a esperança, deste-me a realidade, uma boa realidade, agora vem fazer parte dela...

Com aquele dia as nossas vidas ficaram marcadas para sempre.
A maior vontade do momento seria estar com ela e nunca mais a largar.
O que não aconteceu.

Alguém conquistou o meu coração e levou-me a deixar o que de melhor tinha, a ti.
Com isto seguiu-se um longo período de afastamento e regressos há realidade que apenas aumentava a dor que eu lhe provocava. Dor, que só mais tarde percebi quanto era grande.

Estivemos afastados durante muito tempo nesta altura.
Cada vez que me lembro do que ela escrevia no blog dela sobre a dor que sentia, vinham-me as lágrimas aos olhos, e sentia um aperto enorme no coração, nunca teria imaginado que eu ocupara tal lugar no coração dela.


Durante este período quase não falamos, era cada um para o seu lado com o seu sofrimento.

Passado muito tempo, no verão voltamos a falar, fomos trocando mensagens, falamos de muita coisa, mesmo muita. E mesmo depois de todo o tempo que passou, voltamos ao sentimento que se perdera, e demos uma nova hipótese há nossa felicidade, algo que agora parece que foi destinado, a nossa felicidade juntos...



01 Novembro, 2010 (Blog dela)

O destino arremassou-nos contra a vida e torturou-nos até á exaustão.
E riu-se ao ver-nos estendidos pela dor.
Mas o amor até os fustigados levanta e no calor da tua mão, o mundo parece muito mais firme.

Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011

Depois de alguns dias, não me lembro ao certo, nem se estivemos alguma vez juntos antes desse dia. Fomos almoçar juntos como já era comum, desta vez fomos um pouco mais longe comer, ao mr.pizza penso eu, local que já tinha sido cenário de alguns almoços nossos, incluindo, penso, o nosso primeiro almoço no dia em que nos conhecemos...

Neste dia foi diferente, o sentimento já era maior e principalmente diferente. Os teus olhos já não me chamavam há atenção, simplesmente fascinavam-me. Ela ali há minha frente e tudo o que eu queria era tê-la dentro dos meus braços.
Devido a esse desejo acabei por começar a acariciar as mãos dela que estavam pousadas em cima da mesa mesmo há minha frente. Acariciei e acabei por te dar mesmo a mão. Pouco depois já eram ambas as nossa mãos juntas a partilharem o sentimento que era inerente ao que dentro de nós rapidamente ia ao de cima.

Depois largamos as mãos e fomos embora. Fui leva-la ao portão da escola como sempre, pelo caminho ainda conversamos um pouco, e na minha cabeça corria o pensamento de lhe dar a mão, de a agarrar e de a beijar.
Chegamos junto à escola e estavam lá algumas amigas dela junto com um amigo meu.
Pensamos ambos que por aquele dia tinha acabado, despedimo-nos. Mas ficamos perto um do outro há mesma. Nisto surge uma imensa vontade de a beijar e ignoro tudo o que se passa ha volta e quando vou para lhe dar dois beijos de despedida, inesperadamente para ela, aproximo os meus lábios dos dela e acabamos por nos beijar, um beijo muito tímido, repentino e inesperado. Mas apesar de tudo foi o nosso primeiro beijo ali em frente a tudo e todos...

Pior seria o que viria a acontecer depois...

Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

Continuando...

Agora, já não sei bem o que veio depois, penso que tenham sido algumas conversas e comentários trocados no hi5 e no blog. Penso que foi o primeiro grande elo de ligação, ambos tínhamos um blog. Com isso a conversa foi fluindo na net. Até que acho que, não me lembro bem como, combinamos um almoço juntos. Ai descobrimos a facilidade que tínhamos a falar um com um outro, era todo o tempo que tínhamos a conversar sem nunca ficarmos sem assunto. Após esse almoço, muitos outros se seguiram, sempre na quarta feira há hora de almoço, eram as nossas quartas feiras há hora de almoço.

Seguiram-se algumas semanas sempre tendo aquela horinha de descanso do mundo que estava lá fora, sentia-mo-nos noutro mundo quando estávamos juntos, era como se mais nada importasse.
Os assuntos eram variados, raramente repetindo o mesmo, as conversas fluíam, e assim se passavam momentos fantásticos naquelas horinhas semanais.

A vez que eu melhor me recordo foi aquela em que ambos faltamos há aula seguinte para estarmos mais um tempinho juntos. Segundo a minha memoria ,em que as falhas não são raras,  foi a primeira vez que eu te quis continuar a ter junto a mim, poder agarrar-te e nunca mais te largar.

P.s.: Aqui está um exemplo do que me levou a nunca querer largar-te, as palavras que tu proferes, desde que o primeiro momento que me tiram o dom da fala.

 Meu post neste dia:

Terça-feira, Dezembro 29

Passado no Presente...

Um dia sem falar contigo vem me mostrar aquilo que secretamente já vi... Eu quero rejeitar essa opção, mas o meu coração enfraquece a luta da minha consciência. O passado é passado, por muito que deseje poder voltar atrás o presente está, enfim, presente e se voltar a entrar em tão ridículo e amado sentimento por ti deveria estar fora do meu mundo. Porque escolhi entregar o meu coração a outra pessoa, mas houve sempre aquele bocado que ficou em ti. Poderei escolher, a felicidade de alguns e a tristeza de outros? Acho que não, esta é uma das vezes que estava tão bem lá no meu mundinho, que apesar de só, as decisões eram simples...


Comentário dela:

Se eu pudesse continuar este texto seria assim:

A ver-te nesse sofrimento, nessa divisão do teu coração espalhado entre o passado e o presente, só te tenho a dizer que não me importo. Que se pudesse faria do teu coração pleno e decidido, partilharia nem que fosse metade da tua dor e repartiria contigo as alegrias...
É com tristeza que sei que pouco está ao meu alcance e o máximo que te posso oferecer a presença e a certeza de que estarei sempre aqui!!!

Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011

O inicio...

Como para tudo, existe um começo, mas de tudo não estou aqui para falar.
Falo do começo de uma emoção , de um sentimento, de uma vida.

Tudo começara num dia, qual? Não me lembro exactamente, só suponho que tenha sido numa quarta já que naquele ano seria a única hora de almoço que eu tinha igual há tua.
Ambos tínhamos acabado de chegar ao secundário, já se tinham passado as pseudo-praxes, e um mês desde o inicio das nossas aulas talvez.
Estávamos em escolas diferentes, mas que eram relativamente perto uma da outra, geralmente uns 10 minutos a pé quando ia com o meu passo calmo.

Como nos conhecemos? Talvez como grande parte das pessoas se conhecem. Quando fui para a minha nova turma havia lá caras que me eram familiares. Um deles que já conhecia a algum tempo e passava bastante tempo uma vez convidou umas amigas para almoçar-mos e como qualquer rapaz eu infiltrei-me. Não conhecia nenhuma e com a timidez que me é comum não fiquei a conhecer nenhuma há mesma.

Com isto tudo eu tinha "conhecido" a rapariga da minha vida, sem sequer, naquele momento reparar que ela lá estava.

P.s.: Só reparei naqueles grandes olhos azuis que te são característicos.

 
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